5 passos para poupar no crédito habitação

Transfira o seu crédito e aumente a sua poupança

Descubra como a Ana e o Pedro pouparam 49 mil euros no crédito habitação

A Ana e o Pedro contrataram um crédito habitação em 2012, ano em que o valor dos spreads atingiu máximos históricos. Nesse momento tinham um spread contratado de 2.15%, mas sabiam que os spreads oferecidos pelos bancos eram muito inferiores.

Estava na altura de procurar uma nova solução:

1º passo.
Quais são as minhas atuais condições de crédito?

Começaram por calcular o "preço" do atual crédito, isto é, somaram todos os custos associados ao crédito, inclusive:

+ Spread
+ Seguros (vida e multirriscos habitação)
+ Custos com cartões de crédito, débito, outros seguros e de contas poupança (produtos que "bonificam" o spread).

A Ana e o Pedro chegaram à conclusão que o crédito que tinham a 30 anos lhes ia custar cerca de 113 mil euros.

2º passo.
Que custo vou ter ao transferir o crédito?

O casal percebeu qual o valor que tinha de pagar ao atual banco para transferir o crédito, valor tecnicamente definido como "custo de amortização antecipada":

+ 0.5% do capital em dívida para contratos com taxa de juro variável
+ 2.0% do capital em dívida para contratos com taxa de juro fixa

Aos custos a pagar ao atual banco foi necessário também perceber quais os custos do processo num novo banco:

+ Comissão de estudo do processo
+ Comissão de avaliação
+ Comissão de solicitadoria
+ Custos com a escritura e registos

A Ana e o Pedro sabiam que há bancos a suportar parte ou a totalidade destes custos. Porém, "não há almoços grátis". Muitas vezes, a longo prazo, os bancos têm a solução mais cara face a outros bancos que não suportam estes custos.

3º passo.
Sou um cliente atrativo para um outro banco?

A Ana e o Pedro quiseram perceber se eram clientes atrativos para outros bancos, analisando se o rendimento do agregado familiar permite suportar a prestação, se a atual situação profissional é estável, e se sempre cumpriram as obrigações associadas ao crédito. Só com estas 3 condições em situação positiva é que foi possível passar para a transferência.

4º passo.
Que bancos devo consultar?

Para terem a certeza de que estavam a escolher a melhor solução disponível, a Ana e o Pedro consultaram o número máximo de bancos possível. Após terem as várias simulações compararam todos os custos associados a cada uma.

Dica: caso encontre 3 soluções mais baixas do que a sua solução atual, então vale a pena transferir o empréstimo.

5º passo.
Encontrei a melhor solução. Que processos  devo seguir agora?

A Ana e o Pedro começaram por comunicar ao banco escolhido que queriam avançar com o processo.

No momento em que o novo banco aprovou o processo de transferência, foi altura de comunicar ao atual banco, com uma antecedência mínima de 10 dias face à data da nova escritura, que pretendiam transferir o crédito.

Com esta transferência, a Ana e o Pedro pouparam 49 mil euros a 30 anos!

 

Sabemos que este processo exaustivo e burocrático. Não fique refém da inércia e POUPE.

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