Recém-chegada ao mercado nacional, a chinesa BYD é já um «peso-pesado» entre as marcas que vendem modelos elétricos e híbridos plug-in.
Só em outubro, a marca chinesa vendeu 301 833 veículos deste género, um aumento de 38,4% face ao mês homólogo de 2022 e um novo recorde de vendas num só mês, o sexto alcançado de forma consecutiva.
Tendo em conta estes recordes consecutivos, é sem surpresa que a BYD ocupa o primeiro lugar no ranking de vendas de veículos movidos a novas energias. Ou seja, a nível mundial nenhum construtor vende mais veículos elétricos e híbridos plug-in do que a marca que acaba de lançar em Portugal o Dolphin.
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Desde janeiro de 2023 a BYD já vendeu 2,37 milhões de veículos elétricos de passageiros. Se a estes números somarmos as vendas de modelos híbridos plug-in, a marca chinesa tem um acumulado de vendas de veículos movidos a novas energias de 5,7 milhões de unidades.
Presente em 58 países, 19 dos quais na Europa, só nos primeiro trimestre do ano a BYD investiu 3,21 mil milhões de euros em pesquisa e desenvolvimento, um aumento de 129,42% face ao período homólogo de 2022.
Os resultados da BYD vêm confirmar uma tendência cada vez mais notória que dita que, no campo das vendas de modelos elétricos e híbridos plug-in, o domínio cabe a jovens marcas como as chinesas ou a norte-americana Tesla e não tanto aos construtores «tradicionais».